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Alcolumbre mantém quebra de sigilo de Lulinha aprovada na CPMI do INSS

Davi Alcolumbre mantém quebra de sigilo de Lulinha aprovada na CPMI do INSS após votação com 31 parlamentares presentes
Imagem: Senado - Davi Alcolumbre mantém quebra de sigilo de Lulinha aprovada na CPMI do INSS após votação com 31 parlamentares presentes

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O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, decidiu manter a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, aprovada pela CPMI do INSS. O anúncio foi feito nesta terça-feira (3), durante sessão no Senado.

A decisão teve como base parecer da Advocacia do Senado, que não identificou irregularidade considerada “evidente e inequívoca” no procedimento adotado pela comissão durante a votação.

Base governista tentou reverter decisão

O recurso para anular a deliberação havia sido apresentado por parlamentares aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores. O principal argumento foi de que a votação ocorrida em 26 de fevereiro teria sido conduzida de forma equivocada, após um processo simbólico e considerado tumultuado, sem registro nominal dos votos.

Na comissão, os requerimentos partiram do relator, Alfredo Gaspar, e foram aprovados em bloco. O presidente do colegiado, Carlos Viana, solicitou manifestação dos contrários e, ao contabilizar os votos entre titulares, declarou aprovadas as quebras de sigilo.

Alcolumbre cita quórum de 31 parlamentares

Ao justificar a manutenção da decisão, Alcolumbre afirmou que, mesmo considerando a interpretação defendida pelo governo, não haveria número suficiente para rejeitar os requerimentos. Segundo ele, havia 31 parlamentares presentes no momento da votação e seriam necessários 16 votos para formar maioria contrária, o que não teria ocorrido.

O presidente do Congresso também mencionou respeito aos precedentes da Casa como fundamento para não intervir na decisão do colegiado.

Lulinha passou a ser mencionado nas investigações após ser citado em linhas apuradas sobre possíveis desvios envolvendo o INSS, com referências a uma suposta ligação com o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.

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