Um ataque a tiros durante um jantar com a presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, provocou forte tensão em Washington e mobilizou imediatamente o Serviço Secreto e forças federais de segurança. O episódio aconteceu no sábado (25), durante um evento com jornalistas, e terminou com o suspeito preso após confronto com a polícia.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou neste domingo (26) que o homem tinha como objetivo matar Trump e atingir o maior número possível de integrantes do governo norte-americano.
Ataque contra Trump provocou retirada às pressas do presidente
No momento em que os disparos começaram, Donald Trump foi retirado rapidamente do palco pelos agentes do Serviço Secreto, seguindo os protocolos de proteção presidencial. O vice-presidente JD Vance e outros membros do governo também deixaram o local imediatamente.
Karoline Leavitt classificou o suspeito como “uma pessoa depravada e louca” e destacou a rápida atuação das equipes de segurança, que conseguiram evitar uma tragédia ainda maior durante o evento.
O caso gerou grande repercussão política e elevou o nível de alerta em torno da segurança presidencial, principalmente por ter acontecido em um ambiente oficial com a presença das principais autoridades do governo.
Suspeito do ataque contra Trump estava armado com espingarda e facas
O homem apontado como autor dos disparos foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos. Segundo as autoridades, ele estava com uma espingarda, uma pistola e várias facas no momento da ação.
Durante a troca de tiros com a polícia, um agente do Serviço Secreto foi atingido, mas não sofreu ferimentos graves porque o disparo foi contido pelo colete de proteção.
As investigações apontam que o suspeito agiu sozinho e estava hospedado no mesmo hotel onde acontecia o jantar. O quarto onde ele estava foi isolado para perícia, enquanto o FBI também realizou buscas em um endereço ligado a ele na Califórnia.
A motivação do ataque ainda não foi esclarecida, mas o homem deve ser indiciado nesta segunda-feira (27) por uso de arma de fogo em crime violento e agressão contra agente federal.
O caso segue sendo tratado como uma grave ameaça à segurança presidencial e continua sob investigação das autoridades norte-americanas.


